sexta-feira, 6 de novembro de 2009

No intervalo da agitação, e dos encontros e das fugas, sinto agora a solidão. Os demónios vêm e rodeiam-me. Resisto muito pouco. Agora estou numa pausa do barulho, da agitação. Sinto a falta do que me faz falta. Posso durante alguns dias, ou algumas semanas, manter os fantasmas afastados, mas quem já não volta, volta em memórias e pensamentos, volta em sentimentos, mas nunca, nunca volta por inteiro. Faz algum sentido resistir ao choro? Mesmo que saiba que não consigo evitar? Será que me devo agora revoltar contra o que a vida me preparou?